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O que faz um geriatra e quando procurar um (guia para famílias)

Resposta curtaA consulta geriátrica é uma avaliação completa da saúde da pessoa idosa — não só das doenças, mas da memória, do equilíbrio, dos remédios em uso e da autonomia no dia a dia. Em Franca, a Dra. Ana Laura Bersani (Geriatra, RQE 38440) atende nas modalidades presencial, domiciliar e por telemedicina.

O que é um geriatra? É o médico especialista na saúde da pessoa idosa. Ele enxerga o conjunto — várias condições ao mesmo tempo, interações entre remédios, memória, humor, mobilidade — e coordena o cuidado com foco em autonomia e qualidade de vida.

Quando procurar um geriatra em Franca

É indicado avaliar com um geriatra quando o idoso:

  • toma vários medicamentos (e você não tem certeza se todos ainda são necessários);
  • apresenta esquecimentos, confusão ou mudança de comportamento;
  • teve quedas ou anda com insegurança;
  • perdeu peso, força ou apetite;
  • tem várias doenças crônicas que precisam ser olhadas em conjunto;
  • ou simplesmente para um check-up do envelhecer com prevenção.

Como é a primeira consulta: a avaliação geriátrica ampla

A primeira consulta costuma ser mais longa que uma consulta comum, porque é uma avaliação geriátrica ampla — um olhar 360° sobre a saúde do idoso. Em geral inclui:

O que é avaliadoPor quê
Histórico e doenças atuaisEntender o conjunto, não uma queixa isolada
Todos os medicamentosIdentificar excesso, duplicidade e interações (polifarmácia)
Memória e humorRastrear sinais de demência e depressão no idoso
Equilíbrio e marchaAvaliar risco de queda
Nutrição e forçaDetectar fragilidade e sarcopenia
Autonomia no dia a diaMedir o que a pessoa consegue fazer sozinha

Ao final, você recebe um plano de cuidado claro: o que ajustar nos remédios, o que investigar, o que fazer em casa e quando retornar.

O que o geriatra acompanha

Entre os temas mais comuns estão:

  • Memória e Alzheimer — investigar esquecimentos, distinguir o envelhecimento normal de uma demência e orientar a família;
  • Quedas e equilíbrio — avaliar o risco e agir antes da próxima queda (veja nosso guia sobre prevenção de quedas em idosos);
  • Polifarmácia — revisar a lista de remédios, cortar o que não é mais necessário e evitar interações perigosas;
  • Osteoporose e fragilidade — proteger os ossos e a força muscular;
  • Depressão e humor — muito subdiagnosticada no idoso, tem tratamento e faz enorme diferença na qualidade de vida;
  • Coordenação de várias doenças crônicas — hipertensão, diabetes, coração e rins olhados em conjunto, não em pedaços.

O que levar à primeira consulta

Para aproveitar ao máximo a avaliação, leve:

  • Todas as caixas de remédios (ou uma foto de cada) — inclusive vitaminas, chás e o que compra sem receita;
  • Exames recentes, se houver;
  • Lista de dúvidas da família e do paciente;
  • Um acompanhante que conheça a rotina do idoso;
  • Anotações sobre mudanças que vocês notaram (sono, apetite, memória, humor, quedas).

Quanto mais completo o quadro, melhor o plano de cuidado.

Geriatra, clínico geral e gerontólogo: qual a diferença?

ProfissionalO que faz
GeriatraMédico especialista na saúde da pessoa idosa — diagnostica, trata e prescreve, olhando o conjunto
Clínico geralMédico que atende adultos em geral, sem foco específico no envelhecimento
GerontólogoProfissional (nem sempre médico) que estuda o envelhecimento em suas várias dimensões

Para o cuidado médico do idoso, o geriatra é quem reúne tudo e coordena.

Com que frequência retornar

Depois da primeira avaliação, os retornos são combinados conforme o caso — em geral a cada 3 a 6 meses para quadros estáveis, ou antes quando há ajuste de medicação, uma queda recente ou mudança importante. Boa parte desse acompanhamento pode ser feita por telemedicina, o que facilita a vida de quem tem dificuldade de se deslocar.

Três formas de ser atendido

  • Presencial em Franca — no consultório, com a avaliação completa.
  • Atendimento domiciliar — para quem tem dificuldade de sair de casa.
  • Telemedicina — acompanhamento por videochamada, útil para revisão de medicamentos e evolução.

O que você ganha com uma avaliação geriátrica ampla

Diferente de uma consulta pontual, a avaliação geriátrica olha para a pessoa por inteiro — e isso muda o resultado do cuidado. Na prática, a família costuma sair da consulta com:

  • Uma lista de medicamentos revisada, mais curta e mais segura;
  • Clareza sobre a memória — o que é envelhecimento normal e o que precisa investigar;
  • Um plano para reduzir o risco de quedas e proteger a autonomia;
  • Orientações de nutrição e atividade adequadas à idade e às condições;
  • Atenção ao humor e ao sono, muitas vezes esquecidos;
  • E, acima de tudo, um plano escrito e priorizado — o que é urgente, o que pode esperar e quando

retornar.

O objetivo não é apenas tratar doenças isoladas, e sim ajudar o idoso a viver melhor, com mais independência e conforto, pelo maior tempo possível. É esse olhar de conjunto que caracteriza a geriatria e que faz diferença real no dia a dia de quem cuida.

Sinais de que é hora de procurar um geriatra

Muitas famílias adiam a primeira consulta por acharem que "ainda não é necessário". Alguns sinais, porém, merecem atenção e uma avaliação sem pressa:

  • O idoso repete perguntas, esquece compromissos ou se perde em lugares conhecidos;
  • Começou a tomar mais remédios e ninguém tem a visão do todo;
  • Emagreceu sem explicação ou perdeu o apetite;
  • Está mais parado, evita sair, cansa com facilidade;
  • Teve uma ou mais quedas no último ano;
  • Anda mais triste, isolado ou sem ânimo para o que gostava;
  • Dorme mal ou troca o dia pela noite.

Nenhum desses sinais, isolado, significa uma doença grave — mas todos merecem ser avaliados com calma. Quanto antes, mais simples costuma ser o cuidado.

Como o geriatra cuida dos remédios (polifarmácia)

Com o passar dos anos, é comum a lista de medicamentos crescer: um especialista acrescenta um, outro acrescenta outro, e ninguém revisa o conjunto. Isso é a polifarmácia, uma das principais causas de tontura, quedas, sonolência e confusão no idoso. Na consulta geriátrica, a Dra. Ana revisa todos os medicamentos juntos — inclusive os de venda livre —, identifica duplicidades e interações, e ajusta o que for possível com segurança. Menos remédios, quando bem indicado, muitas vezes significa mais qualidade de vida.

Sobre a Dra. Ana Laura Bersani

A Dra. Ana Laura Bersani é geriatra com RQE 38440, com formação pela UNIFESP e experiência no Hospital Israelita Albert Einstein (2012–2018), além de aperfeiçoamento na McMaster University e na UCLA. Atende em Franca, com mais de 170 avaliações no Google e nota 5,0. O cuidado é sempre acolhedor e centrado na pessoa — com a família por perto e decisões explicadas com clareza.

Perguntas frequentes

A partir de que idade devo procurar um geriatra? +

Em geral a partir dos 60 anos — mas antes disso se houver várias doenças crônicas, muitos medicamentos ou perda de autonomia.

O geriatra substitui o clínico geral? +

Ele é o especialista que cuida da pessoa idosa de forma integral, reunindo todas as condições e revisando os medicamentos de maneira coordenada.

Posso ser atendido em casa ou online? +

Sim — presencial em Franca, domiciliar ou por telemedicina.

Agende sua consulta

Para marcar uma consulta geriátrica em Franca, entre em contato pelo WhatsApp (16) 99174-0302.

Referências

  • Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).
  • Associação Médica Brasileira (AMB).

Quer entender o que isso significa no caso do seu familiar?

A consulta geriátrica avalia a pessoa por inteiro (saúde física, memória, humor, medicamentos e rotina) e termina com um plano de cuidado claro.

Conteúdo informativo; não substitui a avaliação médica. Cada caso é individual.
5,0 no Google|180+ avaliações|CRM 130.277 · RQE 38440|UNIFESP · Einstein